quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Homofóbica hipocrisia no Senado*

Muitos defensores da virtude cristã acusam o projeto de criminalização da homofobia de vetar sua liberdade de se oporem ao homossexualismo. Mais que um “nobre impulso”, o projeto de lei que criminaliza a homofobia é uma necessidade. É um tapa na cara. Abre nossos olhos para a hipocrisia de quem desvirtua a liberdade de expressão, arduamente conquistada, para justificar o preconceito e a intolerância.
Após o Supremo Tribunal Federal (STF), considerar a união estável de homossexuais como família, os evangélicos e católicos, os mesmos que pregam o amor ao próximo e o livre arbítrio como partes essenciais de sua fé, repetem o erro dos antigos inquisidores e lançam as “novas bruxas” e os “novos judeus” às fogueiras e aos vagões de trem repletos de gás.
O projeto de criminalização foi chancelado na Câmara, mas ainda deve passar pelo crivo da Comissão de Direitos Humanos (CDH) e pela Comissão de Constituição e Justiça, e se aprovado, garantirá um direito básico na política e na religião: o livre arbítrio.
Ao contrário da falsa exaltação da liberdade utilizada nos púlpitos, confundidos com palanques, onde o interesse não é a liberdade e sim acorrentar à ideias caducas, a criminalização garante aos homossexuais outro direito básico, o de ir e vir, sem ter medo de serem espancados e execrados; nada demais.
Usar a liberdade como desculpa para o exercício do fundamentalismo é provar que não se fala, na verdade, da necessidade de expor nossa opinião, mas que ainda não conhecemos o real significado, ou o valor, da liberdade. Apoiar a livre expressão como desculpa para a agressão, seja verbal, física ou mental, é o pretexto ideal para a instalação de um novo Reich.



Este texto é apenas um exercício para Editorial.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Thundercats Movie trailer (fan made)

Quem não se lembra dos desenhos clássicos dos anos 80? He-man, Thundercats, Caverna do Dragão... Quantas pessoas de minha geração cresceram assistindo à estes desenhos no "Xou da Xuxa"? 
Foram tão marcantes que ainda hoje fazem sucesso. Tanto é que há anos vejo pessoas "descobrindo" o final não mostrado de Carvena do Dragão, em um roteiro duvidoso (mas interessante!)... E há algum tempo vejo este trailer pela internet, anunciando o filme dos gatos de Thundera. Seria ótimo mesmo se não fosse falso. 
É na verdade um filme realizado por fã(s) do desenho, juntando diversas cenas de filmes famosos com efeitos especiais.O resultado é tão bom que muita gente acredita que é o filme dos Thundercats mesmo. Não é, mas quem fez isso devia ser chamado para produzir um, tenho certeza que seria fiel ao desenho e muito, mas muito legal...

sábado, 27 de agosto de 2011

Stop Motion - O Enigma da Bruxa

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Este é meu segundo vídeo em Stop Motion, a mais simples técnica de se realizar animações, filmes e desenhos animados. A primeira foi uma brincadeira feita no celular, que infelizmente perdi. Porém, esta brincadeira me ensinou as bases da técnica, o que facilitou bastante a realização deste, que é um exercício em grupo para a disciplina Laboratório de Arte e Tecnologia, do curso de Artes Visuais da Universidade de Brasília.




Para saber mais sobre Stop Motion: 
 História - Efeitos Especiais

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

WWF-Brasil lança filme gravado no Acre que será assistido em mais de 100 países

  Samuel Bryan - Agência de Notícias do Acre   
Vídeo faz parte da série Testemunhas do Clima, além do lançamento do livro Manejo do Pirarucu

O WWF-Brasil lança nesta sexta-feira, 26, o segundo vídeo a integrar a série Testemunhas do Clima. O DVD reporta os impactos das mudanças climáticas na vida das pessoas a partir de depoimentos de moradores de comunidades rurais.




O lançamento acontece durante a Festa do Pirarucu, no município de Manoel Urbano, onde as histórias foram coletadas através de depoimentos de pescadores que participam do projeto da WWF-Brasil e do Governo do Acre de manejo do pirarucu, o maior peixe de água doce do mundo.

A Festa do Pirarucu também abriga o lançamento de outro produto da WWF-Brasil, o livro "Manejo do Pirarucu: Sustentabilidade nos Lagos do Acre". A obra relata o modelo de manejo do pirarucu desenvolvido no Estado, seus resultados, desafios e lições aprendidas ao longo de sete anos do projeto de manejo do pescado na região de Manoel Urbano. 

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O projeto do manejo do pirarucu consiste em treinar e capacitar pescadores para manejar o pescado de forma sustentável (Foto: Angela Peres/Secom)
O projeto do manejo do pirarucu consiste em treinar e capacitar pescadores para manejar o pescado de forma sustentável, buscando assegurar a sobrevivência da espécie, a conservação dos lagos de várzea e a viabilidade econômica da atividade pesqueira. Os principais resultados da iniciativa, que começou em 2005, são o aumento da produtividade dos lagos, o crescimento da produção de pirarucu nos lagos manejados, o repovoamento com casais da espécie em lagos onde o peixe havia desaparecido e o consequente aumento da renda dos pescadores.

A publicação "Manejo do Pirarucu: Sustentabilidade nos Lagos do Acre" também busca capacitar técnicos e especialistas a replicar o modelo aplicado no Acre em outras regiões da Amazônia, promovendo o uso racional dos recursos pesqueiros e contribuindo para a segurança alimentar e o incremento de renda de mais comunidades.

O vídeo "Testemunhas do Clima", gravado em Manoel Urbano, é o segundo da série no Brasil e deve ser exibido em mais de 100 países através da WWF. Com depoimentos de pescadores do município acreano, busca-se identificar medidas individuais ou coletivas de adaptação às mudanças climáticas. Os participantes contam os impactos da elevação das temperaturas e das mudanças no pulso de inundação dos rios em suas atividades do dia-a-dia, como a pesca e a agricultura de subsistência.

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Os principais resultados da iniciativa, que começou em 2005, são o aumento da produtividade dos lagos e o repovoamento com casais da espécie em locais onde o peixe havia desaparecido e o consequente aumento da renda dos pescadores (Foto: Angela Peres/Secom)
O filme é repleto de imagens fantásticas, intercaladas por depoimentos, de uma realidade pouco conhecida pelo resto do Brasil. A luta dos povos da floresta no dia-a-dia, a tentativa de prosperar de vida, um cotidiano diferente cercado pela natureza e um isolamento que tenta ser rompido. Tudo isso ditado por mudanças climáticas que não seguem a vontade do homem. 

O primeiro "Testemunhas do Clima" gravado no Brasil teve como locação a comunidade de Igarapé do Costa, no Pará. Presente em dezenas de países onde a Rede WWF atua, o projeto busca promover a troca de informações sobre mudanças climáticas e uso dos recursos naturais, incentivando a gestão participativa. 

Antônio Oviedo, técnico do WWF-Brasil responsável pelo projeto de manejo do pirarucu, lembra que a primeira exibição do filme ocorrerá em Manoel Urbano, como forma de reafirmar a capacidade de organização dessa comunidade diante dos desafios que as mudanças climáticas representam. “Com o manejo, os pescadores e as famílias têm conseguido verificar os benefícios que a atividade traz, tanto para o indivíduo como para a comunidade como um todo”, declara. 

Dirigido por Pedro de Castro Guimarães, com doze minutos e versão reduzida com quatro minutos, o DVD "Testemunhas do Clima" tem o apoio do governo do Acre e da empresa Nokia.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Viodeografia: A educação no Brasil... de mal a pior?

Três pontos de vista sobre a educação no Brasil. Os pontos em comum nos forçam a refletir sobre o atual panorama







Aprofundando um pouco mais no debate









segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O Corvo - Edgar Allan Poe (Tradução de Machado de Assis)


Em certo dia, à hora, à hora
Da meia-noite que apavora,
Eu caindo de sono e exausto de fadiga,
Ao pé de muita lauda antiga,
De uma velha doutrina, agora morta,
Ia pensando, quando ouvi à porta
Do meu quarto um soar devagarinho
E disse estas palavras tais:
"É alguém que me bate à porta de mansinho;
Há de ser isso e nada mais."
Ah! bem me lembro! bem me lembro!
Era no glacial dezembro;
Cada brasa do lar sobre o chão refletia
A sua última agonia.
Eu, ansioso pelo sol, buscava
Sacar daqueles livros que estudava
Repouso (em vão!) à dor esmagadora
Destas saudades imortais
Pela que ora nos céus anjos chamam Lenora,
E que ninguém chamará jamais.
E o rumor triste, vago, brando,
Das cortinas ia acordando

Dentro em meu coração um rumor não sabido
Nunca por ele padecido.
Enfim, por aplacá-lo aqui no peito,
Levantei-me de pronto e: "Com efeito
(Disse) é visita amiga e retardada
Que bate a estas horas tais.
É visita que pede à minha porta entrada:
Há de ser isso e nada mais."
Minhalma então sentiu-se forte;
Não mais vacilo e desta sorte
Falo: "Imploro de vós - ou senhor ou senhora -
Me desculpeis tanta demora.
Mas como eu, precisando de descanso,
Já cochilava, e tão de manso e manso
Batestes, não fui logo prestemente,
Certificar-me que aí estais."
Disse: a porta escancaro, acho a noite somente,
Somente a noite, e nada mais.
Com longo olhar escruto a sombra,
Que me amedronta, que me assombra,
E sonho o que nenhum mortal há já sonhado,
Mas o silêncio amplo e calado,
Calado fica; a quietação quieta:
Só tu, palavra única e dileta,
Lenora, tu como um suspiro escasso,
Da minha triste boca sais;
E o eco, que te ouviu, murmurou-te no espaço;
Foi isso apenas, nada mais.
Entro co'a alma incendiada.
Logo depois outra pancada
Soa um pouco mais tarde; eu, voltando-me a ela:
"Seguramente, há na janela
Alguma coisa que sussurra. Abramos.
Ela, fora o temor, eia, vejamos
A explicação do caso misterioso
Dessas duas pancadas tais.
Devolvamos a paz ao coração medroso.
Obra do vento e nada mais."
Abro a janela e, de repente,
Vejo tumultuosamente
Um nobre Corvo entrar, digno de antigos dias.
Não despendeu em cortesias
Um minuto, um instante. Tinha o aspecto
De um lord ou de uma lady. E pronto e reto

Movendo no ar as suas negras alas.
Acima voa dos portais,
Trepa, no alto da porta, em um busto de Palas;
Trepado fica, e nada mais.
Diante da ave feia e escura,
Naquela rígida postura,
Com o gesto severo - o triste pensamento
Sorriu-me ali por um momento,
E eu disse: "Ó tu que das noturnas plagas
Vens, embora a cabeça nua tragas,
Sem topete, não és ave medrosa,
Dize os teus nomes senhoriais:
Como te chamas tu na grande noite umbrosa?"
E o Corvo disse: "Nunca mais."
Vendo que o pássaro entendia
A pergunta que lhe eu fazia,
Fico atônito, embora a resposta que dera
Dificilmente lha entendera.
Na verdade, jamais homem há visto
Coisa na terra semelhante a isto:
Uma ave negra, friamente posta,
Num busto, acima dos portais,
Ouvir uma pergunta e dizer em resposta
Que este é o seu nome: "Nunca mais."
No entanto, o Corvo solitário
Não teve outro vocabulário,
Como se essa palavra escassa que ali disse
Toda sua alma resumisse.
Nenhuma outra proferiu, nenhuma,
Não chegou a mexer uma só pluma,
Até que eu murmurei: "Perdi outrora
Tantos amigos tão leais!
Perderei também este em regressando a aurora."
E o Corvo disse: "Nunca mais."
Estremeço. A resposta ouvida
É tão exata! é tão cabida!
"Certamente, digo eu, essa é toda a ciência
Que ele trouxe da convivência
De algum mestre infeliz e acabrunhado
Que o implacável destino há castigado
Tão tenaz, tão sem pausa, nem fadiga,
Que dos seus cantos usuais
Só lhe ficou, na amarga e última cantiga,
Esse estribilho: "Nunca mais."

Segunda vez, nesse momento,
Sorriu-me o triste pensamento;
Vou sentar-me defronte ao Corvo magro e rudo;
E mergulhando no veludo
Da poltrona que eu mesmo ali trouxera
Achar procuro a lúgubre quimera.
A alma, o sentido, o pávido segredo
Daquelas sílabas fatais,
Entender o que quis dizer a ave do medo
Grasnando a frase: "Nunca mais."
Assim, posto, devaneando,
Meditando, conjecturando,
Não lhe falava mais; mas se lhe não falava,
Sentia o olhar que me abrasava,
Conjecturando fui, tranqüilo, a gosto,
Com a cabeça no macio encosto,
Onde os raios da lâmpada caiam,
Onde as tranças angelicais
De outra cabeça outrora ali se desparziam,
E agora não se esparzem mais.
Supus então que o ar, mais denso,
Todo se enchia de um incenso.
Obra de serafins que, pelo chão roçando
Do quarto, estavam meneando
Um ligeiro turíbulo invisível;
E eu exclamei então: "Um Deus sensível
Manda repouso à dor que te devora
Destas saudades imortais.
Eia, esquece, eia, olvida essa extinta Lenora."
E o Corvo disse: "Nunca mais."
"Profeta, ou o que quer que sejas!
Ave ou demônio que negrejas!
Profeta sempre, escuta: Ou venhas tu do inferno
Onde reside o mal eterno,
Ou simplesmente náufrago escapado
Venhas do temporal que te há lançado
Nesta casa onde o Horror, o Horror profundo
Tem os seus lares triunfais,
Dize-me: "Existe acaso um bálsamo no mundo?"
E o Corvo disse: "Nunca mais."
"Profeta, ou o que quer que sejas!
Ave ou demônio que negrejas!
Profeta sempre, escuta, atende, escuta, atende!
Por esse céu que além se estende,

Pelo Deus que ambos adoramos, fala,
Dize a esta alma se é dado inda escutá-la
No Éden celeste a virgem que ela chora
Nestes retiros sepulcrais.
Essa que ora nos céus anjos chamam Lenora!"
E o Corvo disse: "Nunca mais."
"Ave ou demônio que negrejas!
Profeta, ou o que quer que sejas!
Cessa, ai, cessa!, clamei, levantando-me, cessa!
Regressa ao temporal, regressa
À tua noite, deixa-me comigo.
Vai-te, não fica no meu casto abrigo
Pluma que lembre essa mentira tua,
Tira-me ao peito essas fatais
Garras que abrindo vão a minha dor já crua."
E o Corvo disse: "Nunca mais."
E o Corvo aí fica; ei-lo trepado
No branco mármore lavrado
Da antiga Palas; ei-lo imutável, ferrenho.
Parece, ao ver-lhe o duro cenho,
Um demônio sonhando. A luz caída
Do lampião sobre a ave aborrecida
No chão espraia a triste sombra; e fora
Daquelas linhas funerais
Que flutuam no chão, a minha alma que chora
Não sai mais, nunca, nunca mais.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O Mundo do Futuro - Documentário Discovery

Este documentário de 2007 tem 3 episódios, The Body, The City e The world, prevê como será o mundo em 2057.


Tem tudo a ver com o propósito deste Blog, respondendo a muitas das nossas questões sobre o que a tecnologia nos reserva para o futuro.

Baseado nos avanços tecnológicos actuais (em 2007), que são apresentados no documentário, mostram-nos como estas tecnologias evoluirão até 2057.

Neste documentário, não temos apenas cientistas prevendo as inovações mas também (e principalmente) um filme durante todo o documentário que nos permite visualizar tudo. É um excelente documentário.

Apresentado por Michio Kaku.

Temas abordados:

. Carros voadores;
. Avanços na medicina;
. Cidades do futuro;
. Guerras do futuro;
. Robótica;
. Fontes de energia;
. entre outros.

Fonte: http://ourfuturetech.blogspot.com/2011/03/ano-2057-discovery-channel.html

PART I
The Body




Part II

The City




Part III
The world
 




terça-feira, 16 de agosto de 2011

Monitores do Floresta Digital participam do III Fórum Amazônico de Software Livre no Pará


Evento é ponto de encontro das comunidades, militantes e usuários de Softwares Livres da região Norte

 Sete monitores dos telecentros do Floresta Digital no Acre foram selecionados pelo programa Telecentros.BR para participarem do III Fórum Amazônico de Software Livre (FASOL), que ocorrerá entre os dias 30 de agosto e 02 de setembro de 2011 no Instituto Federal do Pará - IFPA, Campus Santarém. Irão representar o Acre monitores de Rio Branco, Epitaciolândia, Feijó, Assis Brasil, Santa Rosa do Purús e Jordão, e os monitores viajarão com recursos do programa Telecentros.BR.
Monitor Márcio Valente também participou do
I Encontro de Monitores Telecentros.BR em Rio Branco
  Para a monitora Maviane Andrade, do telecentro de Epitaciolândia, o Software Livre possui uma estreita relação com a sua realidade, já que nos telecentros o sistema utilizado é sempre livre, e com cursos e oficinas voltados para esta visão. Sobre isto, o monitor Márcio da Silva Valente afirma, “Aqui em Rio Branco a cultura digital está se tornando cada vez mais comum, em todos os quatro cantos da cidade é possível ver a inclusão através do programa Floresta Digital, e o Software Livre também faz parte dessa cultura”.
Monitora Maviane Andrade
Telecentro de Epitaciolândia
 
Os dois monitores também participaram do I Encontro Presencial de Monitores do Telecentros.BR Pólo Norte, ocorrido em Rio Branco, e como ocorreu neste primeiro evento, possuem boas expectativas, “eu espero que o FASOL venha multiplicar cada vez mais o meu aprendizado para que eu possa repassar as pessoas da minha comunidade”, diz Márcio Valente. “Vamos com espírito de multiplicadores, estamos nessa para representar nosso estado, para mostrar as maravilhas e dificuldades que enfrentamos. É importante que nós monitores tenhamos consciência disso e possamos voltar fazendo nosso trabalho com cada vez mais empenho e responsabilidade, pois nosso compromisso é com a comunidade, e ela merece o melhor que possamos oferecer”, finaliza a monitora Maviane. 

  O FASOL é um evento anual, e este ano está sendo realizado pela Comunidade Open Tapajós Software Livre com o intuito de desenvolver atividades de divulgação e uso de Softwares Livres, “o FASOL já é o ponto de encontro das comunidades, militantes e usuários de Softwares Livres desta região, além de ser fonte de informações para aqueles interessados em conhecer esta filosofia”, como define o portal do evento.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

À Mão Livre - A linguagem do desenho


"À Mão Livre" foi uma série de 26 episódios exibidos na TV Cultura no início da década de 90. Me lembro que o programa ia ao ar entre seis e sete da noite. 

Gostava muito de programas como "O Mundo de Beakman", "O Professor", "Repórter Eco", etc. Recentemente me lembrei desta fase e resolvi procurar os programas no Youtube, mas minha memória falhou, não lembrava o nome do "A Mão Livre". Pesquisei por horas no "santo" Google, perguntei no Twitter, no Facebook mas ninguém parecia se lembrar do programa e enquanto não lembrasse o nome ficaria difícil...

Mas o que me chamou atenção é que vasculhei os sites oficiais da Cultura, li e reli as páginas da  Linha do Tempo da Cultura e nada, nenhuma pista. Por acaso acabei achando a palavra chave certa e o santo Google fez mais um milagre, achei o Vídeo e refresquei minha memória. 

Porém algo ainda atormenta minha mente. Será que a Cultura esqueceu que apresentou este programa? Não há uma única referência à ele no site da TV... 

Quem desejar assistir pode ir pra lista aqui, mas também há um livro, que na verdade inspirou a série, vale a pena vasculhar pelos sebos.


"A série foi gravada nos estúdios do SENAI, com exceção do primeiro programa, gravado no Museu de Arte de São Paulo, Assis Chateaubriand, MASP, com direção de Cristina Winther e com roteiro, conteúdo e apresentação do artista plástico e arte-educador Philip Hallawell"


Livros do autor:


À Mão Livre - A Linguagem do Desenho (Melhoramentos, 1994, 13ª edição)
À Mão Livre - Técnicas de Desenho (Melhoramentos 1996, 6ª edição) 
Visagismo: harmonia e estética (Ed. Senac - SP, 2003, 2ª edição).

Sitehttp://www.visagismo.com.br/?sid=3










quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Psicodinâmica das Cores em Comunicação


Open publication - Free publishing - More psicodinamica


Toda revista, mas principalmente em sua parte final: a cor na comunicação, que foi bastante atualizada, sem perder o foco da obra original e passou a ser icône das bibliografias acadêmicas das últimas décadas. Mais de 30 anos depois, a obra do Prof. Modesto Farina ainda é referência para profissionais e estudantes de Comunicação.

Aprenda a desenhar com Daniel Azulay


Educador e artista plástico Daniel Azulay dá dicas para quem quer aprender a desenhar. Descubra como fazer o rosto de uma pessoa brava, com pouco cabelo, de um cozinheiro e até de um chinês! Há 30 anos dedicando a carreira ao desenvolvimento da arte e à educação de crianças e jovens, o ilustrador é responsável por programas de sucesso nas décadas de 70 e 80 como "Turma do Lambe-Lambe" (Rede Bandeirantes e TV Educativa) e "Oficina de Desenho" (Band-Rio). Atualmente, o também músico, escritor e precursor em criar brinquedos com sucata doméstica cuida de 14 "Oficinas de Desenhos" e apoia o projeto social gratuito "Crescer com Arte”, além de marcar presença na "TV Rá-Tim-Bum" (Cultura).


terça-feira, 9 de agosto de 2011

O RPG como ferramenta de ensino de literatura

Professores e educadores vivem procurando meios de ensinar de forma lúdica e significativa seus conteúdos aos alunos.  Em um seminário de letras, Adriane Veras e Cristiano B. dos Santos desenvolveram um trabalho científico que pode ajudar a todos entenderem um pouco mais sobre o assunto. Abaixo um trecho da obra:


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A narração interativa no ensino de história

Por Leandro Villela de Azevedo

Mestre e Doutorando em História Social pela USP
Professor que utiliza a técnica na narração interativa há 6 anos e autor de RPG Educacional


Há vários anos venho utilizando a técnica da narração interativa, originada dos jogos de RPG em minhas salas de aula. Há menos tempo, entretanto, venho acompanhando o uso desta técnica em diversas disciplinas e todo o campo teórico que vem sendo tecido a este respeito. Um campo pioneiro e com orgulho, de origem nacional.


sábado, 6 de agosto de 2011

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Arquivo Morto I

A carta abaixo retrata um de meus melhores momentos como "mestre" de RPG... Ela finalizou uma crônica jogada por um de meus grupos em Poços de Caldas, onde o autor da carta era um Vampiro amaldiçoado, destinado a enfrentar sua própria cria, algo muito comum entre os seres noturnos do jogo "Vampiro a Máscara". A verdade é que ele amava sua cria e seu destino shaekesperiano não poderia ser outro senão este. Esta partida foi épica, nunca esquecerei do momento em que ele selou seu destino, emoção à flor da pele, primeira vez que vi um jogador chorar ao ver seu personagem "morrer".