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terça-feira, 12 de junho de 2012

Danilo de S’Acre “CANIBAL VISUAL SENSAÇÕES ARTÍSTICAS NO FUNIL CÓSMICO”


Danilo de S’Acre
Para realizar este trabalho, com a incumbência de entrevistar um artista popular, fomos falar com Danilo de S’Acre, um artista bem reconhecido na região. Escolhemos para o encontro do grupo a Usina de Artes João Donato, um espaço cultural que serve também como ponto de encontro entre os artistas acrianos.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

VII Concurso de Artes Visuais “Cores da Cidade”

Como parte das comemorações do Aniversário de 129 anos da cidade de Rio Branco, a Fundação Municipal de Cultura Garibaldi Brasil (FGB), a Associação dos Artistas Plásticos do Acre (AAPA) e o Conselho Municipal de Políticas Culturais de Rio Branco (CMPC) lançam o VII Concurso de Artes Visuais “Cores da Cidade”.

O lançamento do Regulamento do concurso será amanhã no Parque Capitão Ciríaco após a palestra “O Mercado da Arte Contemporânea” de Vânia Leal, curadora da região Norte do “Rumos Artes Visuais” do Itaú Cultural. A palestra que começa às 16h é gratuita e aberta a todos que desejarem participar. As inscrições serão feitas na hora, é só dar uma chegadinha ali no Parque Capitão Ciríaco.

Colorindo Rio Branco

Serão 17.400 reais em premiação distribuídos nas categorias: Pintura e Técnicas Mistas, Aquarela, Escultura, Gravura e Graffiti. Para concorrer o candidato deve ler o Regulamento do Concurso disponível neste Blog Cultura RB e no site da Prefeitura Municipal de Rio Branco (www.pmrb.ac.gov.br), depois providenciar as exigências do Regulamento e se inscreverem na sede da FGB no Parque Capitão Ciríaco do dia 01 de dezembro até o dia 26 de dezembro deste ano.

O artista precisa entregar a obra no ato da inscrição, e deve morar em Rio Branco, além de fazer seu Cadastro Cultural do Município. Cada candidato poderá colocar para concorrer até 3 obras e no máximo 2 na mesma categoria.

O Concurso têm o objetivo de fomentar a produção artística e fortalecer as identidades culturais de Rio Branco. E, no dia 28 de dezembro quando nossa Rio Branco completa 129 anos premiaremos as três primeiras obras classificadas de cada categoria no Novo Mercado Velho das 16h as 20h.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Alunos da Universidade de Brasília realizam evento de Arte na Escola Glória Perez


Por: Fábio Carvalho

Objetivo da oficina foi ensinar alunos a criarem suas próprias animações com poucos recursos
 

Alunos Clementino Almeida e
Mardilson Torres realizaram
pinturas em grafite e acrílico
Este 11 de Outubro foi um pouco diferente para os alunos do segundo ano do ensino médio da Escola Estadual Glória Perez, pois tiveram a oportunidade de participar da 1ª Oficina de Laboratorio de Arte e Tecnolgia”, realizada pelos alunos de Artes Visuais da Universidade de Brasília (UnB). O evento contou com exposição de trabalhos dos acadêmicos, intervenção artística através do grafite e da tinta acrílica em paredes cedidas pela escola e uma oficina de animação em Stop Motion.

A oficina faz parte da formação dos alunos da UnB residentes no Acre, que estudam através da Universidade Aberta do Brasil (UAB), e teve como foco levar uma nova perspectiva sobre a arte para os alunos, “usando a tecnologia podemos realizar muitas coisas com ferramentas bem simples, que muitas vezes suprem a falta de recursos mais sofisticados”, diz a tutora presencial do Pólo de Rio Branco, Helíada MarJane. “Com certeza cumprimos nosso objetivo, os alunos ficaram entusiasmados com a simplicidade da tecnologia associada ao lúdico, e isso para os alunos é muito importante”, diz a tutora.

Intérprete Juliana, Professora Rosecler
e aluna Manuela
A aluna Manuela da Silva não ouve e não fala da mesma forma que os colegas, utilizando para isso a linguagem de sinais, mas isso não impediu que ela pudesse participar da oficina de Stop Motion, e através de sua intérprete, Juliana Bernardino, pôde expressar seu contentamento “Gostei muito da oficina, pois muitas vezes é difícil participar de algo assim tão prático, e já fizemos um vídeo na hora. Gostei muito!”, Manuela diz que já está pronta para começar a exercitar a imaginação “Não é tão fácil, mas também é bem mais simples do que parece e o legal é que podemos criar facilmente uma animação, somente através de fotos”.


Para a professora de Artes da escola, Rosecler Zaneela Caldin, esta oficina proporcionou aos alunos uma oportunidade de aprendizado “acredito que com este curso realizado aqui os alunos puderam ganhar com isso positivamente, vai agregar mais valor aos trabalhos deles”.



Alunos foram os personagens 
de uma animação
 realizada durante a oficina





quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Questões sobre a multiculturalidade da arte e nos museus

O grande problema dos museus é que eles ignoram as diversas formas de expressão artística e colocam seu interesse apenas na arte realizada e, principalmente, comercializada pelas elites, como se a arte estivesse restrita apenas ao academicismo.

A arte, os artistas e, sobretudo, os museus precisam da visão antropológica, pois a antropologia funciona como uma lente de óculos, ajudando a clarear nosso olhar para as diversas formas artísticas existentes. A antropologia não apenas mostra outras culturas e seus produtos culturais, mas ajuda a compreender as diferenças e aceitar como riqueza a diversidade.

Como os museus, em sua grande maioria, ignoram a arte popular, a arte das ruas e novos artistas, deixando de criar exposições que correspondam à esta demanda e expondo apenas aquilo que é interesse das elites, oficializam a arte como o quer os poderosos, que vivem do comércio e da exploração de quadros e coleções, tornando-a moeda. O problema é que quem dita as regras do que vale ou não neste mercado de leilões e coleções milionárias não são os museus, mas os colecionadores. Portanto, ao aceitar e incentivar que a arte seja categorizada segundo os ditames desta classe os museus colaboram não para a efervescência da arte, mas para a movimentação financeira, provinda da compra e venda do que as elites consideram arte.

Quando se fala em arte genealógica estamos afirmando que há uma paternidade na obra, sendo possível estabelecer conexões da obra em questão com suas influências, mercado, etc. Já a arte etiológica não possui registros tão claros, não fazem parte de movimentos oficiais e não são parte da cultura hegemônica, sendo na maioria das vezes ignoradas e com fatias mínimas de mercado, mas ainda assim assustando as classes dominantes.

Há nos museus uma estranha política de arte, uma espécie de hierarquia oficial, estabelecendo o que é arte e o que não é, segundo o entendimento de seus dirigentes, que utilizam esta hierarquia para valorizar coleções e manter os movimentos menores nas rédeas e nos ostracismo cultural.

A arte sofre também com uma visão monocultural, como se existisse a minha arte e a arte de outro, cada uma em um determinado negando a possibilidade de coexistência pacífica e a enriquecedora troca, oriunda da diversidade.

Muitas vezes a arte que foge do padrão estabelecido é considerada menor, tanto por críticos quanto por  artistas, e aquilo que é feito fora deste universo preestabelecido é visto com repúdio e desconfiança, tido como excentricidade ou loucura, mas se esquecem que muito do que hoje é aceito já teve seus dias de incompreensão. O artista mais que ninguém deve saber que a arte não deve ser limitadora, e ao mesmo tempo limitada, tem de estar sempre em evolução e isso significa aceitar ou incorporar as mudanças.

Podemos chamar de populismo responsável a atitude de manter em coexistência pacífica e culturalmente enriquecedora a arte das elites com a arte popular, sem aceitar a idéia de uma arte mais verdadeira que a outra.

Esta diversidade obtida pelo viés do pluralismo cultural deve ser inspiração para os artistas, tanto quanto  obrigação dos museus, que devem cruzar os diferentes tipos de códigos, valores e artistas. Não pode expor apenas obras da Renascença por exemplo. Deve-se ter espaço para as outras manifestações artísticas com igual atenção, zelo e valorização.

Hoje o valor da arte é erroneamente definido pelo valor de mercado, da opinião dos críticos e de colecionadores, que muitas vezes não possuem motivação artística, e somente financeira, o que gera uma discrepância imensa daquilo que é daquilo que se aceita como arte.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

À Mão Livre - A linguagem do desenho


"À Mão Livre" foi uma série de 26 episódios exibidos na TV Cultura no início da década de 90. Me lembro que o programa ia ao ar entre seis e sete da noite. 

Gostava muito de programas como "O Mundo de Beakman", "O Professor", "Repórter Eco", etc. Recentemente me lembrei desta fase e resolvi procurar os programas no Youtube, mas minha memória falhou, não lembrava o nome do "A Mão Livre". Pesquisei por horas no "santo" Google, perguntei no Twitter, no Facebook mas ninguém parecia se lembrar do programa e enquanto não lembrasse o nome ficaria difícil...

Mas o que me chamou atenção é que vasculhei os sites oficiais da Cultura, li e reli as páginas da  Linha do Tempo da Cultura e nada, nenhuma pista. Por acaso acabei achando a palavra chave certa e o santo Google fez mais um milagre, achei o Vídeo e refresquei minha memória. 

Porém algo ainda atormenta minha mente. Será que a Cultura esqueceu que apresentou este programa? Não há uma única referência à ele no site da TV... 

Quem desejar assistir pode ir pra lista aqui, mas também há um livro, que na verdade inspirou a série, vale a pena vasculhar pelos sebos.


"A série foi gravada nos estúdios do SENAI, com exceção do primeiro programa, gravado no Museu de Arte de São Paulo, Assis Chateaubriand, MASP, com direção de Cristina Winther e com roteiro, conteúdo e apresentação do artista plástico e arte-educador Philip Hallawell"


Livros do autor:


À Mão Livre - A Linguagem do Desenho (Melhoramentos, 1994, 13ª edição)
À Mão Livre - Técnicas de Desenho (Melhoramentos 1996, 6ª edição) 
Visagismo: harmonia e estética (Ed. Senac - SP, 2003, 2ª edição).

Sitehttp://www.visagismo.com.br/?sid=3










terça-feira, 12 de julho de 2011

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Amused To Death



Entretidos Até a Morte



Doutor Doutor, o que está errado comigo?
Essa vida de supermercado está ficando longa demais
Qual é a vida de uma TV colorida
O que é a vida em uma concha de uma rainha adolescente

Ooh mulher ocidental, Ooh garota ocidental

O caçador de noticias fareja o ar Quando a Jessica Hahn caí
Ele se prende àquele simbolo De desligamento
Atraido pelo descascamento do sentimento
A celebridade de casca quebrada, A bela

Ooh mulher ocidental, Ooh garota ocidental
Ooh mulher ocidental, Ooh garota ocidental

E as crianças de Melrose Se exibem pomposamente
Tudo está frio, no zero absoluto
E lá fora, no vale quente e limpo
Os pequenos sentam diante de suas tvs
Sem nada para pensar, sem lágrimas para derramar
Todas sugadas até o último suspiro
Garçom, o que há de errado comigo?
Por que estou tão sem folego?
O capitão disse: "Com licensa, senhor,
essa espécie se entreteu até a morte"

Entretidos até a morte
Se entreteu até a morte
Entretidos até a morte

Nós assistimos o desenrolar da tragédia
Fizemos o que nos mandaram,
Nós compramos e vendemos
Foi o maior show da Terra!
Mas então, acabou...
Nós festejamos e comemoramos,
Nós dirigimos nossos carros de corrida,
Nós comemos nossos últimos potes de caviar,
E em algum lugar lá fora, nas estrelas,
Um olheiro atento
Viu uma faísca de luz
Nosso último "viva!",
nosso último "viva!"...
E quando eles encontraram nossas sombras
Amontoadas pelos cenarios de televisão
Eles investigaram tudo,
Eles repetiram todos os testes
Eles checaram todas as informações em suas listas
E então o antropólogo alienigena
admitiu que eles estavam perplexos
Mas eliminando todas as outras razões
pelo nosso triste final
Eles registraram a única explicação que restou:
"Essa espécie se entretou até a morte..."

Sem lágrimas para chorar, Sem sentimentos restantes
Essa espécie se entretou até a morte
Entretidos até a morte

sábado, 25 de junho de 2011

Assemblage: "eu"

"O termo assemblage é incorporado às artes em 1953, cunhado por Jean Dubuffet (1901-1985) para fazer referência a trabalhos que, segundo ele, "vão além das colagens". O princípio que orienta a feitura de assemblages é a "estética da acumulação": todo e qualquer tipo de material pode ser incorporado à obra de arte. O trabalho artístico visa romper definitivamente  as fronteiras entre arte e vida cotidiana; ruptura já ensaiada pelodadaísmo, sobretudo pelo ready-made de Marcel Duchamp (1887-1968) e pelas obrasMerz (1919), de Kurt Schwitters (1887-1948). A idéia forte que ancora as assemblages diz respeito à concepção de que os objetos díspares reunidos na obra, ainda que produzam um novo conjunto, não perdem o  sentido original. Menos que síntese, trata-se de justaposição de elementos, em que é possível identificar cada peça no interior do conjunto mais amplo.  (...) As chamadas junk sculptures - que vêm à luz por meio dos trabalhos pioneiros de David Smith (1906-1965) - fazem uso de refugo industrial, sucatas e materiais descartados de todo tipo, o que já havia sido testado pelas esculturas de Pablo Picasso e Julio González (1876-1942). Os conjuntos evocam o ambiente caótico das cidades, o fluxo desordenado das ruas dos grandes centros, por exemplo, H.A.W.K (1959), de John Chamberlain (1927), construído com carcaças de automóveis, ou os trabalhos de Ettore Colla (1899-1968), que realiza suas obras com componentes de máquinas, sucatas e objetos quebrados, ou ainda as obras de Mark di Suvero (1933), com resíduos industriais (Mohican, 1967). Podem-se lembrar também as "acumulações junk" de Jim Dine (1935), combinando pinturas e ferramentas variadas (Five Feet of Colorful Tools, 1962) e as máquinas de Jean Tinguely (1925-1991), entre elas, Homenagem a Nova York: Obra de Arte que Se Autoconstrói e Se Autodestrói (1960), feita com fragmentos de máquinas, pedaços de bicicleta, piano vertical etc. Na Inglaterra, as esculturas de Anthony Caro (1924), da década de 1960, executadas com vigas, tubulações de alumínio, placas de aço etc., seguem as trilhas abertas pela obra de D. Smith."

Veja a descrição completa em: Itaú Cultural









segunda-feira, 20 de junho de 2011

Alto relevo

Trabalho em alto relevo. Inspirei-me nas sandálias Havaianas e seu slogan "Todo Mundo usa" para criar uma relação com Brasília, cuja arquitetura inspirou a outra parte do trabalho. "Brasília é igual Havaianas, todo mundo usa"...


sexta-feira, 17 de junho de 2011

O Pequeno Príncipe ( The Little Prince ) por Gustavo Jácome


Apresentação em vídeo da versão fotográfica do Pequeno Príncipe. Trabalho final de graduação de Gustavo Jácome


Mais trabalhos no site do autor
:
http://www.gustavojacome.com

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Lightpainting: Desenhando com a luz

Uma mistura de fotografia com desenho, esta é uma boa explicação para a técnica do lightpaintin. 

As fotos abaixo não ficaram tão boas, mas são minhas primeiras tentativas com a técnica. Procurando na internet é possível encontrar resultados realmente fantásticos.


 Meu preferido: Chamei de Poltergeist

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Crie um Museu virtual dedicado à você

Para criar seu próprio museu basta ter um perfil no Facebook




Muitas pessoas acreditam que Museu é sinônimo de antiguidades, como se nele só existissem coisas antiquadas. Entretanto, esta visão está longe da verdade, principalmente com o uso constante das novas tecnologias por galerias de arte em todo o mundo, com os grandes museus conectados à internet, e mais que isso, com espaço para arte digital, muita tecnologia nas suas exposições. E acredite, com tours virtuais, sendo possível conhecer suas instalações, obras e histórias de qualquer lugar do mundo, um bom exemplo é o Museu do Louvre, em Paris.  Mas, e se você tivesse a oportunidade de criar um museu único no mundo, inteiramente dedicado à você, como ele seria?

sábado, 28 de maio de 2011

Usina de Artes João Donato

Fotos tiradas no encontro presencial da Universidade de Brasília (UNB-UAB) na Usina de Artes João Donato, em Rio Branco, Acre. Na ocasião foram realizados exercícios de escultura em gesso e em sabão.


domingo, 22 de maio de 2011

O papel do professor: guiar o aprendizado

 A facilidade com que os alunos interagem com a tecnologia também impôs uma mudança de comportamento em sala de aula. Hoje, já não é exclusividade dos mais jovens manter blogs, atualizar perfis em redes sociais ou bater papo com amigos na internet. A geração digital passou a exigir que o professor fizesse o mesmo - e ele está mudando pouco a pouco. Os motivos são claros. Em um mundo onde todos recorrem à rapidez do computador, nenhuma criança aguenta mais ouvir horas de explicações enfadonhas transcritas em uma lousa monocromática. "A tecnologia faz parte do cotidiano de todos os jovens. Os alunos esperam que o professor se utilize disso em sala de aula. Seu papel mudou completamente, mas continua essencial. Ele guia o processo de aprendizagem, sendo o elo entre o aluno e a comunidade científica", afirma Linda Harasim, professora da Universidade Simon Fraser, em Vancouver, no Canadá.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/papel-professor-manter-se-antenado
Para ver a matéria completa clique aqui 

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Um pouco de Tarsila do Amaral

         Nascida em 01 de Setembro de 1886, na cidade de Capivari, no interior de São Paulo, Tarsila do Amaral é provavelmente uma das mais conhecidas artistas do país, se não pelo nome, pelas obras, já que várias de suas pinturas, como A Negra (1923), Abapuru (1928), Os Operários (1933), entre outras, foram e são utilizadas em livros didáticos de diversas disciplinas escolares, sobretudo Arte e História, matérias que reforçam o caráter humano na obra da artista. 

sexta-feira, 22 de abril de 2011

"Lego é igual Bombril: 1001 utilidades"

Já vi algumas fotos espalhadas pela internet utilizando a idéia de reconstruir cenas de filmes, quadros ou fotos famosas usando LEGO, e acho a ideia fantástica... Tanto é que há algum tempo postei uma versão em Lego para o quadro O Grito, a mais famosa obra de Edvard Munch pelo artista italiano Marco Peace.


quinta-feira, 14 de abril de 2011

Nemesis


Um de meus desenhos mais antigos: Nemesis, o nome é de uma deusa, mas também o da minha primeira banda de Heavy Metal, lá pelos idos de 1992... A banda não saiu do primeiro ensaio e o dom de desenhar acabou "meio abandonado" depois disso....

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Memória educativa: Um paradoxo de altos e baixos


Ainda bom aluno aos doze anos
Minha trajetória de estudante foi marcada por incontáveis altos e baixos, caracterizando um caminho irregular e repleto de paradoxos, o que tornou a minha caminhada íngreme, hercúlea.
 Parte desta dicotomia se deve a minha dificuldade em seguir regras rígidas sem explicações claras dos porquês de tais regras, mas também, por culpa do sistema de ensino ao qual fui submetido, repleto de professores mal preparados e maniqueístas, incapazes de despertar nos alunos o interesse pelo conhecimento e a busca pela cultura, uma verdadeira ode ao desestímulo.