Mostrando postagens com marcador pintura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pintura. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

À Mão Livre - A linguagem do desenho


"À Mão Livre" foi uma série de 26 episódios exibidos na TV Cultura no início da década de 90. Me lembro que o programa ia ao ar entre seis e sete da noite. 

Gostava muito de programas como "O Mundo de Beakman", "O Professor", "Repórter Eco", etc. Recentemente me lembrei desta fase e resolvi procurar os programas no Youtube, mas minha memória falhou, não lembrava o nome do "A Mão Livre". Pesquisei por horas no "santo" Google, perguntei no Twitter, no Facebook mas ninguém parecia se lembrar do programa e enquanto não lembrasse o nome ficaria difícil...

Mas o que me chamou atenção é que vasculhei os sites oficiais da Cultura, li e reli as páginas da  Linha do Tempo da Cultura e nada, nenhuma pista. Por acaso acabei achando a palavra chave certa e o santo Google fez mais um milagre, achei o Vídeo e refresquei minha memória. 

Porém algo ainda atormenta minha mente. Será que a Cultura esqueceu que apresentou este programa? Não há uma única referência à ele no site da TV... 

Quem desejar assistir pode ir pra lista aqui, mas também há um livro, que na verdade inspirou a série, vale a pena vasculhar pelos sebos.


"A série foi gravada nos estúdios do SENAI, com exceção do primeiro programa, gravado no Museu de Arte de São Paulo, Assis Chateaubriand, MASP, com direção de Cristina Winther e com roteiro, conteúdo e apresentação do artista plástico e arte-educador Philip Hallawell"


Livros do autor:


À Mão Livre - A Linguagem do Desenho (Melhoramentos, 1994, 13ª edição)
À Mão Livre - Técnicas de Desenho (Melhoramentos 1996, 6ª edição) 
Visagismo: harmonia e estética (Ed. Senac - SP, 2003, 2ª edição).

Sitehttp://www.visagismo.com.br/?sid=3










sexta-feira, 3 de junho de 2011

Lightpainting: Desenhando com a luz

Uma mistura de fotografia com desenho, esta é uma boa explicação para a técnica do lightpaintin. 

As fotos abaixo não ficaram tão boas, mas são minhas primeiras tentativas com a técnica. Procurando na internet é possível encontrar resultados realmente fantásticos.


 Meu preferido: Chamei de Poltergeist

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Um pouco de Tarsila do Amaral

         Nascida em 01 de Setembro de 1886, na cidade de Capivari, no interior de São Paulo, Tarsila do Amaral é provavelmente uma das mais conhecidas artistas do país, se não pelo nome, pelas obras, já que várias de suas pinturas, como A Negra (1923), Abapuru (1928), Os Operários (1933), entre outras, foram e são utilizadas em livros didáticos de diversas disciplinas escolares, sobretudo Arte e História, matérias que reforçam o caráter humano na obra da artista. 

sexta-feira, 22 de abril de 2011

"Lego é igual Bombril: 1001 utilidades"

Já vi algumas fotos espalhadas pela internet utilizando a idéia de reconstruir cenas de filmes, quadros ou fotos famosas usando LEGO, e acho a ideia fantástica... Tanto é que há algum tempo postei uma versão em Lego para o quadro O Grito, a mais famosa obra de Edvard Munch pelo artista italiano Marco Peace.


segunda-feira, 4 de abril de 2011

Versões de Pinturas famosas III - O Grito

Angústias existenciais e ameaças invisíveis compunham a obra de Munch

Edvard Munch nasceu em Löten, na Noruega, em 12 de dezembro de 1863,  iniciando-se na pintura em 1880. Munch conheceu e se influenciou pelos pós-impressionistas,  principalmente Toulouse-Lautrec e Gauguin, mas também se inspirou no realismo social de Ibsen, inclusive criando para o escritor cenários para a peça Peer Gynt, montada em 1896, em Paris. A partir de 1890 Munch começou a expandir seu expressionismo e agregou um caráter simbolista em sua obra. A obra mais conhecida de Munch é desta fase: "O grito".
 Tive meu primeiro contato com a pintura através da gravadora paulista de heavy metal, Die Hard, que utiliza tanto o quadro "O grito" quanto diversas manifestações artísticas em seu material promocional, tornando-se inclusive uma marca característica do selo. Posteriormente acabei usando o quadro para ilustrar uma das capas do livro independente "Entre o Real e o Ilusório", do qual fui co-autor.

Abaixo a obra original e algumas das versões que vez ou outra encontro pela internet, existem outras mas estas são as que achei mais legais:

Edvard Munch
Marco Pece

Para saber mais sobre Munch: http://www.pitoresco.com.br/universal/munch/munch.htm

segunda-feira, 7 de março de 2011

Aversão de uma Vênus

"Venus de Urbino" (1538) - Tiziano Vecellio - Óleo sobre tela


Vênus de Playboy. 2010 Fábio G.Carvalho Ferreira - Photoshop

sábado, 20 de novembro de 2010

domingo, 2 de maio de 2010

mais do mesmo

"Venus de Urbino" (1538) - Tiziano Vecellio - Óleo sobre tela


Olympia (1863). Edouard Manet - Óleo sobre tela

Retrato, 1988. Yasumasa Morimura. Fotografia colorida


Vênus de Playboy. 2010 Fábio G.Carvalho Ferreira - Photoshop

segunda-feira, 1 de março de 2010

A dama e o vagabundo


Meu último desenho de férias. Está meio distorcido devido à foto ser de celular...

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

A paisagem mental de Van Gogh



Através de uma viagem mental dentro dos próprios quadros do artista, o trecho Corvos, do filme Sonhos, de Akira Korosawa nos remete aos quadros de Van Gogh e à sua forma única de ver o mundo. Forma esta, que é bem nítida também nas cartas que escreveu a diversas pessoas.

Em uma destas cartas, dirigida à Émile Bernard, em 1888, Van Gogh diz “A imaginação é certamente uma faculdade que devemos desenvolver, e só ela nos pode levar à criação de uma natureza mais exaltadora e consoladora do que o rápido olhar para a realidade (...)”. Exatamente como acabamos sendo inseridos em sua obra através do filme, acompanhamos as imagens mentais do personagem e acabamos imersos também no mundo dentro do quadro de Vang Gogh. Uma forma mais exaltadora e consoladora que um rápido olhar em uma galeria de arte por exemplo. Quando o jovem artista do filme finalmente encontra Van Gogh, este afirma que “quando há esta beleza natural, eu simplesmente me perco nela”. Com esta afirmação, o Van Gogh do filme está teorizando a prática encontrada em sua carta para Émile um ano depois.
“(...) Por isso, estou trabalhando no momento entre as oliveiras, buscando os efeitos variados de um céu cinzento contra um chão amarelo, com uma nota verde-escuro da folhagem; em outra ocasião, o chão e a folhagem são de um tom violeta contra um céu amarelo; em outra ainda, um vermelho-ocre no chão e um verde-rosa no céu”.

Em outro momento Van Gogh afirma que o Sol o compele a pintar. Esta força inspiradora está também retratada na afirmação que fez à Emile “(...) Não há nada que me impeça de pensar que no futuro muitos pintores irão trabalhar nos países tropicais”.


Van Gogh afirma seu encantamento com a forma dos japoneses fazerem arte, pois “vivem na natureza como se eles próprios fossem flores”. Mas esta mesma calma está em Van Gogh, que pacientemente busca seu quadro no trigal. Ali, ele também está vivendo na natureza, como parte viva do cenário à sua volta. Em outra carta, também à Théo, ele levanta a questão “Por que sou tão pouco artista que sempre lamento a estátua e o quadro que não estejam vivos?” Aqui, voltamos à sua necessidade de natureza, que o força a exteriorizar como locomotiva em forma de arte não viva que nunca o completa. Ele busca uma arte que respire, que não pareça pintura mas que seja natureza.

Referências:

KUROSAWA, Akira, Sonhos, Japão, 1990.
CHIPP, H.P. Teorias da Arte Moderna, São Paulo: Martins Fontes, 1996

sábado, 5 de dezembro de 2009

Trecho do filme “Sonhos” de Akira Kurosawa (em português)

No episódio intitulado “Corvos” do filme “Sonhos” de Akira Kurosawa, o famoso diretor japonês nos mostra o seu fascínio pelo pintor Vincent Van Gogh. Nesse episódio um homem, ao admirar um quadro do artista, é levado para dentro da obra. Além de passear pelas pinturas do ídolo ao som da 9ª sinfonia de Beethoven, recebe uma lição de pintura do holandês: só é capaz de pintar aquele se envolve com a natureza, que a admira e segue a beleza que ela tem a oferecer.

A arte de Vik Muniz




Muniz, Vik (1961)         

Biografia
Vicente José de Oliveira Muniz (São Paulo SP 1961). Fotógrafo, desenhista, pintor e gravador. Cursa publicidade na Fundação Armando Álvares Penteado - Faap, em São Paulo. 

Em 1983, passa a viver e trabalhar em Nova York. Realiza, desde 1988, séries de trabalhos nas quais investiga, principalmente, temas relativos à memória, à percepção e à representação de imagens do mundo das artes e dos meios de comunicação. Faz uso de técnicas diversas e emprega nas obras, com freqüência, materiais inusitados como açúcar, chocolate líquido, doce de leite, catchup, gel para cabelo, lixo e poeira. 

Em 1988, realiza a série de desenhos The Best of Life, na qual reproduz, de memória, uma parte das famosas fotografias veiculadas pela revista americana Life. Convidado a expor os desenhos, o artista fotografa-os e dá às fotografias um tratamento de impressão em periódico, simulando um caráter de realidade às imagens originárias de sua memória. Com essa operação inaugura sua abordagem das questões envolvidas na circulação e retenção de imagens. 

Nas séries seguintes, que recebem, em geral, o nome do material utilizado - Imagens de Arame, Imagens de Terra, Imagens de Chocolate, Crianças de Açúcar etc. -, passa a empregar os elementos para recriar figuras referentes tanto ao universo da história da arte como do cotidiano. Seu processo de trabalho consiste em compor as imagens com os materiais, normalmente instáveis e perecíveis, sobre uma superfície e fotografá-las. Nessas séries, as fotografias, em edições limitadas, são o produto final do trabalho. 

Sua obra também se estende para outras experiências artísticas como a earthwork e as questões envolvidas no registro dessas criações.

Fonte Itaú Cultural

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Trecho do filme Sonhos, de Akira Kurosawa

No episódio intitulado “Corvos” do filme “Sonhos” de Akira Kurosawa, o famoso diretor japonês nos mostra o seu fascínio pelo pintor Vincent Van Gogh. Nesse episódio um homem, ao admirar um quadro do artista, é levado para dentro da obra. Além de passear pelas pinturas do ídolo ao som da 9ª sinfonia de Beethoven, recebe uma lição de pintura do holandês: só é capaz de pintar aquele se envolve com a natureza, que a admira e segue a beleza que ela tem a oferecer.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

O homem do paleolítico vai ao supermercado


A partir da obra "O homem do paleolítico vai ao supermercado" do artista plastico Robert Banksy, podemos concluir que a afirmação [O Paleolítico está cada vez mais longe de nós. O conceito de civilização afastou o “primitivo” e introduziu o “civilizado”] está errada pois a pintura sobre pedra mostra claramente um amálgama de homem civilizado com características primitivas.


Tanto é, que para deixar o moderno comprador mais primitivo o artista colocou em suas costas algumas lombadas ou calombos, como encontramos em jacarés ou dinossauros. É o misto do homem moderno com o primitivo em uma só imagem. Lembremos de Hauser, que afirma “no paleolítico os homens viviam num nível econômico improdutivo e parasitário, tendo de coletar ou capturar seu alimento em vez de produzi-lo”. Nada mais eloquente, afinal, fazemos exatamente isso, não produzimos, coletamos nosso alimento em supermercados! Além disso, Hauser afirma sobre os homens do paleolítico “(...) ainda viviam no estágio do individualismo primitivo, de acordo com padrões sociais instáveis, quase inteiramente desorganizados, em pequenas hordas isoladas, que não acreditavam em deuses, nem na existência de um mundo e de uma vida para além da morte”. Hoje, temos um quadro parecido que não está explícito na obra de Bansky, mas está implícito em sua representação do homem moderno, cuja sociedade, cada vez mais moderna, torna os homens mais individualistas, com padrões sociais instáveis, sem acreditar na existência de Deus ou na vida após a morte.


Portanto, fica claro que a obra retrata não o homem primitivo em um ambiente moderno, mas o homem da atualidade, que cada vez mais moderno, se aproxima mais de sua essência primitiva.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Conceituando o que é arte

Segundo a introdução do livro História da Arte, de Ernst Gombrich, “Não existe realmente a que se possa dar o nome Arte. Existem somente artistas (pág.01).” Esta idéia, que resume bem o raciocínio que se segue, hoje , após a leitura atenciosa do texto faz sentido para mim, mas até então não a considerava tão verdadeira. Acreditava que, Arte era passível de definições claras e inequívocas, com certa predisposição ao maniqueísmo, é arte ou não é arte.

Mas Gombrich deixa claro que existem muitas tonalidades de cinza entre o “chiaroescuro”, e a arte está sujeita a mais definições errôneas ou incompletas do que imaginamos e que é extremamente fácil cair no erro de acreditar que a arte deve se orientar apenas pelo belo. Gombrich cita exemplos perfeitos da arte que repudia, causa ojeriza, se afasta do belo, sem no entanto deixar de ser arte ou de ter sua própria beleza. Exemplos como o quadro da mãe de Albrecht Dürer, que é fascinante por retratar mais que um rosto, indo até o âmago do artista e da retratada. Para mim, até então, arte era um tanto vinculada à beleza, onde não havia aprendido ainda a separar a beleza da obra com a beleza de seu tema, como Gombrich afirma: “De fato não tardaremos em descobrir que a beleza de um quadro não reside realmente na beleza de seu tema (pág 04)”.

Além disso, o autor também alude ao fato de que os padrões de beleza e os gostos variam muito. Esta regra é válida para a época, a cultura, os povos e ao olhar único que cada um lança sobre as coisas. Antes, acreditava que poderia existir um padrão estético universal, algo que fosse capaz de agradar a todos. Nem o Jesus de Toscano nem o de Guido Reni agradou a todos (e nem o da Bíblia), o que deixa claro que este padrão universal jamais existirá, e cada obra será vista de uma forma diferente por cada pessoa.

Segundo Gombrich, os artistas principiantes costumam cometer um erro ao qual já cai algumas vezes “Querem admirar a perícia do artista em representar as coisas tal como eles as vêem. Gostam mais de pinturas que “parecem reais”.” Erro comum. Principalmente se levarmos em conta o grau de desenvolvimento para a compreensão da arte e do que o artista desejou exprimir com sua obra. Uma criança não verá da mesma forma que um adulto, do mesmo modo, um camponês da idade média não entenderia a arte como um boêmio carioca. Por isso, é irrelevante se a obra é realista ou não, se apresenta muitos detalhes ou se é expressa em poucas linhas como no traço vigoroso do elefante de Rembrant ou as formas caricatas do galo de Picasso. Ninguém pode negar que se assim desejasse, ambos poderiam ter realizados desenhos bem mais complexos e “realistas”, mas a forma pela qual expressaram, foi a melhor para aquilo a que se propuseram. Após analisar as comparações tecidas por Gombrich no decorrer das páginas, não consigo mais me ver julgando a qualidade de uma obra apenas por seu aspecto “realista”. Outro aspecto importante que é ressaltado por Gombrich é com relação aos erros de interpretação aos quais estamos sempre sujeitos. Nisto, o exemplo dos cavalos apresentado por ele, é perfeito. E às vezes o erro está tão absorvido pela nossa mente que mesmo depois quando nos defrontamos com ele, não aceitamos a realidade. Foi o que ocorreu quando com o advento das fotografias mostrou-se a forma correta do galope dos cavalos. Quem se dispôs a corrigir o trote, caiu do cavalo e não foi bem recebido “(...)choveram reclamações de que as imagens pareciam esquisitas, erradas (pág. 14)”. Quantas vezes não agimos assim? Acreditando que não estamos sujeitos à falhas de interpretação da realidade? Com a leitura destes poucos exemplos, tenho certeza que estarei um pouco mais atento para não acreditar que meus cinco sentidos sempre me mostram o mundo como ele é, pois afinal, na maioria das vezes o que ocorre é o contrário, pois tão limitados somos que nossa interpretação da realidade nunca poderá ser mais que isso, interpretação.

Entretanto, uma das lições mais valiosas aparece quando Gombrich afirma “Não existe maior obstáculo à fruição de grandes obras de arte do que nossa relutância em descartar hábitos e preconceitos”. Esta idéia confirma o anteriormente afirmado e nos leva a novos questionamentos. Ele cita exemplos eclesiásticos, onde as criações humanas como as feições de Jesus nos quadros foram absorvidas como verdades eternas e imutáveis, chegando a constituir blasfêmia duvidar do que se tornaram como representação da realidade. Citou o exemplo contundente de Caravaggio, que teve de se autocensurar e refazer usa obra, perdendo no mínimo, a essência da idéia original... “Esta história retrata bem o dano que pode ser causado por aqueles que repudiam e criticam obras de arte pelos motivos errados (pág 18)”. Quantas vezes não agimos assim? Ser apresentado a este exemplo de Caravaggio alterou o modo pelo qual via esta questão, que achava sem importância. “Gosto é gosto, quem não gosta azar” costumava pensar. Mas a questão vai um pouco além como pudemos perceber claramente.

E por fim, a meticulosidade adquiriu uma nova forma para meus olhos. Segundo ele, a meticulosidade, tão chata no seu uso diário, para o artista, acaba sendo o que poderá distinguir o bom do “sublime”. E por isso, desde já, estou pensando em como transpor a minha meticulosidade (tão criticada pela minha esposa) para o campo da arte. E, não menos importante que tudo que foi destacado até aqui, também me impressionou é a forma fria com que algumas pessoas olham a arte, tentando rotulá-la, limitá-la, resumi-la a notas de rodapé em catálogos de arte no que ele definiu como semiconhecimento ou esnobismo. Segundo o autor, até mesmo um livro como o dele pode ajudar a incutir esta atitude em alguém. Pelo menos com relação à mim Gombrich pode ficar tranqüilo, entendi sua mensagem.

domingo, 8 de novembro de 2009

Domingo no Parque - Gilberto Gil

(Clique na imagem para ampliar)

Representação da música "Domingo no Parque" do Gilberto Gil, em forma de uma história em quadrinhos realizada pela turma do curso de Artes Visuais da UNB. Ainda não é o trabalho final, pois ainda falta um desenho do trecho 4 da música. Enquanto não tenho o desenho, coloco em seu lugar o trecho correspondente.


Domingo no Parque
Gilberto Gil

TRECHO 01
O rei da brincadeiraÊ, José!O rei da confusãoÊ, João!Um trabalhava na feiraÊ, José!Outro na construçãoÊ, João!...

TRECHO 02
A semana passadaNo fim da semanaJoão resolveu não brigarNo domingo de tardeSaiu apressadoE não foi prá Ribeira jogarCapoeira!Não foi prá láPra Ribeira, foi namorar...
O José como sempreNo fim da semanaGuardou a barraca e sumiuFoi fazer no domingoUm passeio no parqueLá perto da Boca do Rio...

TRECHO 03
Foi no parqueQue ele avistouJulianaFoi que ele viuFoi que ele viu Juliana na roda com JoãoUma rosa e um sorvete na mãoJuliana seu sonho, uma ilusãoJuliana e o amigo João...
O espinho da rosa feriu Zé(Feriu Zé!) (Feriu Zé!)E o sorvete gelou seu coraçãoO sorvete e a rosaÔ, José!A rosa e o sorveteÔ, José!Foi dançando no peitoÔ, José!Do José brincalhãoÔ, José!...
O sorvete e a rosaÔ, José!A rosa e o sorveteÔ, José!Oi girando na menteÔ, José!Do José brincalhãoÔ, José!...

TRECHO 04
Juliana girandoOi girando!Oi, na roda giganteOi, girando!Oi, na roda giganteOi, girando!O amigo João (João)...
O sorvete é morangoÉ vermelho!Oi, girando e a rosaÉ vermelha!Oi girando, girandoÉ vermelha!Oi, girando, girando...

TRECHO 05
Olha a faca! (Olha a faca!)Olha o sangue na mãoÊ, José!Juliana no chãoÊ, José!Outro corpo caídoÊ, José!Seu amigo JoãoÊ, José!...
Amanhã não tem feiraÊ, José!Não tem mais construçãoÊ, João!Não tem mais brincadeiraÊ, José!Não tem mais confusãoÊ, João!...

domingo, 4 de outubro de 2009

Auto-retrato Colorido



Havia feito meu auto-retrato em um exercício de Artes Visuais 1 , resolvi então complementá-lo com cores e alteraçõies no cenários por intervenções computadorizadas.


Este desenho é apenas para que se possa comparar o original, feito com caneta preta, de uma só tacada com a versão acima.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Meus filhos

Neste, feito em lápis de cor aquarelável (Sem muita técnica, diga-se) retratei meus filhos Pablo e Hugo. Eu sou o da direita.


segunda-feira, 17 de agosto de 2009