sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
VIII Feliz Metal
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Ano 2020: A extinção dos professores
Brincadeira ou não?
Você decide...
A EXTINÇÃO DOS PROFESSORES
O ano é 2.020 D.C. - ou seja, daqui a nove anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:
– Vovô, por que o mundo está acabando?
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:
– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?
O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.
Você decide...
A EXTINÇÃO DOS PROFESSORES
O ano é 2.020 D.C. - ou seja, daqui a nove anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:
– Vovô, por que o mundo está acabando?
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:
– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?
O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
VII Concurso de Artes Visuais “Cores da Cidade”
Como parte das comemorações do
Aniversário de 129 anos da cidade de Rio Branco, a Fundação Municipal de
Cultura Garibaldi Brasil (FGB), a Associação dos Artistas Plásticos do
Acre (AAPA) e o Conselho Municipal de Políticas Culturais de Rio Branco
(CMPC) lançam o VII Concurso de Artes Visuais “Cores da Cidade”.
O lançamento do Regulamento do concurso será amanhã no Parque Capitão Ciríaco após a palestra “O Mercado da Arte Contemporânea” de Vânia Leal, curadora da região Norte do “Rumos Artes Visuais” do Itaú Cultural. A palestra que começa às 16h é gratuita e aberta a todos que desejarem participar. As inscrições serão feitas na hora, é só dar uma chegadinha ali no Parque Capitão Ciríaco.
Colorindo Rio Branco
Serão
17.400 reais em premiação distribuídos nas categorias: Pintura e
Técnicas Mistas, Aquarela, Escultura, Gravura e Graffiti. Para concorrer
o candidato deve ler o Regulamento do Concurso disponível neste Blog
Cultura RB e no site da Prefeitura Municipal de Rio Branco
(www.pmrb.ac.gov.br), depois providenciar as exigências do Regulamento e
se inscreverem na sede da FGB no Parque Capitão Ciríaco do dia 01 de
dezembro até o dia 26 de dezembro deste ano.
O
artista precisa entregar a obra no ato da inscrição, e deve morar em
Rio Branco, além de fazer seu Cadastro Cultural do Município. Cada
candidato poderá colocar para concorrer até 3 obras e no máximo 2 na
mesma categoria.
O
Concurso têm o objetivo de fomentar a produção artística e fortalecer
as identidades culturais de Rio Branco. E, no dia 28 de dezembro quando
nossa Rio Branco completa 129 anos premiaremos as três primeiras obras
classificadas de cada categoria no Novo Mercado Velho das 16h as 20h.
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Pais e Filhos
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Professor da UFAC faz doutorado em Heavy Metal
Tese
pretende realizar uma análise histórica e cultural sobre o estilo
Fábio
Carvalho e José Franco
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| Minicurso realizado na UFAC em 2010 já anunciava o tema do Heavy Metal |
Ulisses James de Farias Silva, 37, é graduado em Licenciatura em
História e Mestre em Desenvolvimento Social pela Universidade Federal do Acre
(UFAC), onde leciona. Wlisses, como gosta de assinar, também trabalha no Museu
da Borracha, realizando um trabalho de conservação da história e da cultura
acriana relacionada ao período de exploração da borracha. Entretanto, a ligação
do professor com o mundo da música acaba sendo uma de suas características mais
marcantes, e consequentemente, seu próximo desafio acadêmico está diretamente
ligado à sua maior paixão, o heavy metal. Wlisses irá realizar seu doutorado sobre
o tema na Universidade de São Paulo (USP).
O namoro da vida acadêmica do professor com o estilo não é novo,
Wlisses sempre fez questão de dar aulas usando camisetas de bandas. “É uma
forma de combater a hipocrisia e o preconceito”, justifica. Além disso, o
professor é responsável por diversas inserções do tema no meio acadêmico,
através de minicursos e palestras que já apontavam o direcionamento de sua
tese. O minicurso realizado na UFAC em 2010, “Filhos do Divórcio: O Heavy Metal
no Panorama das Décadas de 1980 e 1990 no Brasil” é uma destas iniciativas, o I
Fórum “A Evolução do Metal Brasileiro: Produção, Bandas, Shows, Espaços e
Mídia” realizado em maio de 2011, no Museu da Borracha, é outra.
De acordo com o doutorando, a meta é fazer uma análise histórica do heavy metal como fenômeno cultural e social da segunda metade do século xx, realizando uma leitura historiográfica de como esse fenômeno aporta no Brasil, e quais características ele assume no país. “Quase que inexistem trabalhos da área de história sobre este tema. Podemos encontrar trabalhos sobre heavy metal nas áreas de música, ciências sociais, jornalismo e marketing, mas, em história não se vê”, explica o professor. Ele afirma ainda que pretende abordar o fenômeno de forma geral, sem se restringir à um único segmento dentro do estilo “além do fato de que estes trabalhos geralmente enfocam uma cidade ou um estado, ou mesmo um segmento específico do metal, o tema ainda não foi tratado de forma geral”, completa.
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| Professor Wlisses em sua banda |
O professor reconhece que o tema é um pouco obscuro para a maioria das pessoas, que o ignoram por desconhecimento ou por preconceito. De acordo com ele, a própria USP se intrigou com a escolha “A USP recebeu esse trabalho com curiosidade e um certo espanto pelo fato de um sujeito do acre querer abordar tal tema, totalmente desconhecido por ela”. Questionado em como este tema pode colaborar para o meio acadêmico o professor afirma que ele irá trazer à tona e para a discussão histórica um fenômeno cultural discriminado e relegado apenas a uma minoria.
Este debate, será de acordo com ele, a partir da análise histórica, com uma tentativa de interação com outros fenômenos políticos e culturais que culminaram com a criação do heavy metal e sua chegada ao brasil. O professor afirma que irá tentar comprovar que o heavy metal é um produto da crise de civilização do fim do século xx “a partir do desmonte do welfare state europeu, bem como dos ataques sofridos pelas ideologias contestadoras dos anos 60 no mundo rico, e como tal perspectiva é abordada num país periférico e cheio de contradições como o Brasil”.
Para realizar seu trabalho, Wlisses pretende realizar um trabalho antropológico, visitando todas as regiões do país. “Nessas viagens pretendo entrevistar pessoas e conseguir materiais tais como fanzines, flyers e cartazes de shows”, explica, lembrando que o material que será priorizado será aquele que for relativo aos anos 80 e 90.
Heavy Metal Brasileiro
O Heavy Metal é um estilo controverso, nascido na Inglaterra entre os anos 60 e 70, herdeiro indireto de bandas como The Who e Led Zeppelin, mas também herdeiro direto de bandas dos anos 70, como Black Sabbath, também da Inglaterra. No Brasil o estilo chegou nos anos 70, com os primeiros shows internacionais e um movimento contracultural, movido à troca de fanzines e compra de vinis e fitas k7 por correspondência, que teria seu apogeu nos anos 80.
O auge do Heavy Metal no Brasil e no mundo (neste caso principalmente ao movimento conhecido como NWOBHM) é considerado os anos 80, período em que surgiram grandes bandas do estilo e também, suas principais subdivisões, como o Speed, Thrash e Death Metal. No Brasil, as principais bandas do estilo nasceram nesta década, sendo seus dois berços mais prolíficos os estados de Minas Gerais, com bandas como Sepultura e Sárcofago, e São Paulo, com bandas como Korzus e Angra. Mas através da troca de correspondências característica da cultura, bandas nasceram e se movimentaram em todo o país, caracterizando o chamado “Underground”, considerado um modo de viver à parte dos modismos da grande mídia. Curiosamente o primeiro disco de Heavy Metal do Brasil é da banda Stress, de Belém do Pará.
O Heavy Metal no Acre (Clique para ampliar)
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| Revista Rock Brigade (2005) |
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Hevisaurus / Saurusarmeija
Após ver a mensagem do Lobão (@lobaoeletrico) no Twitter, dizendo que "enquanto nossas crianças ouvem Restart, as crianças finlandesas ouvem isso", já fiquei a imaginar o que seria o "isso" a que ele se referia. Sei que na Finlândia o Heavy Metal é muito forte, mas achei improvável que ele se referisse à algo no estilo. Ledo engano... Achei fantástica a idéia do clip e ver a criançada se comportando com "respeitáveis headbangers adultos" foi uma sensação única...
Fuçando na net achei o site e o Myspace da banda, também encontrei algumas letras no vagalume e usei o tradutor finlandês/português do Google, não ficou perfeito mas dá pra ter uma idéia do que dizem. Quem gostar da idéia segue os links:
Myspace: http://www.myspace.com/hevisaurus
Site: (Já coloquei o link com a tradução do Google para o português): http://www.hevisaurus.com/
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Ouvindo a voz do Caladinho
Escrito por Fábio Carvalho*
Moradores anseiam por melhores condições de vida e respeito a seus direitos básicos
Moradores anseiam por melhores condições de vida e respeito a seus direitos básicos
| Moradores são prejudicados pela indefinição na regularização do bairro |
O
Caladinho tem pouco mais de cinco anos de existência, mas nesta curta
trajetória, muitos percalços vêm delineando sua história. O próprio
nascimento do bairro está ligado a uma questão polêmica, pois nasceu de
uma invasão, e, até hoje a situação é indefinida. Assim, a maioria da
população sobrevive em condições precárias, muitas vezes dependendo da
ajuda de outras pessoas para conseguirem um mínimo da dignidade
garantida por lei.
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