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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Telecentros de portas abertas para cursos on-line gratuitos


Uma das grandes propostas dos telecentros é tornar os seus usuários pró-ativos, capazes de desenvolverem através da internet competências e habilidades que contribuam para o seu crescimento pessoal e profissional. Já possuem em sua programação diversos cursos e oficinas dos mais diversos temas, mas pode-se buscar no próprio telecentro uma complementação destas atividades através de um curso on-line.

Leia a matéria completa aqui

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Telecentros ajudando a formar professores


Os telecentros, como apontado em matérias anteriores são ferramentas indispensáveis para a inclusão social e digital, e muitas pessoas os utilizam como aliados para estudarem, realizarem trabalhos e concluírem sua formação superior, principalmente nos cursos de ensino à distância (EAD), que tem se tornado uma alternativa de estudo cada vez mais procurada.

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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Telecentros ajudando quem estuda à distância


Hoje é fácil verificar a existência de pessoas que não conseguiram estudar em alguma fase de suas vidas. Igualmente fácil é verificar que muitas destas pessoas retornaram aos estudos graças ao sistema de estudo à distância (EAD). E também o crescente número de usuários de telecentros que buscam o espaço para isso.

Ao contrário do que muitos pensam, estudar à distância é muito difícil. Para compensar a falta de um contato diário com o professor a rotina de exercícios é puxada. O aluno deve participar de muitos fóruns para se socializar, debater os assuntos com os colegas, tirar dúvidas e ainda aprofundar os temas. Invariavelmente há uma grande quantidade de textos por matéria e muitos trabalhos para apresentar.

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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Abertas as inscrições para o FLISOL 2010



Fábio Carvalho

Estão abertas as inscrições para o Festival Latino Americano de Instalação de Software Livre (FLISOL) 2010, um evento que vem sendo realizado desde 2005, simultaneamente, em diversos países da América Latina com a intenção de promover o uso de softwares livres e a integração entre os usuários.

No Brasil o FLISOL também irá ocorrer no sábado, 24 de Abril de 2010 à partir das 09:00 hs, com previsão até às 17:00 horas. Além do DF, 45 cidades brasileiras estarão participando. O Acre não teve participação oficial em nenhuma das edições do evento, mas segundo um dos coordenadores, Felipe Augusto Van de Wie em 2009 houve um contato e também cadastro no wiki "eles se inscreveram mas eu não poderia dizer com 100% de certeza, as cidades não são obrigadas a usar o wiki do FLISOL para coordenarem suas atividades, então o Acre poderia ter participado sem que eu soubesse ou sem registro histórico no wiki do FLISOL". No entanto, ele aponta também a possibilidade de o estado participar de edições futuras do festival, bastando um processo simples para isso, basicamente "organizar o evento na sua cidade. Nós pedimos que os coordenadores da sede se inscrevam na lista flisol-br e cadastrem os dados da sede no wiki".

No FLISOL serão oferecidos minicursos, palestras e ainda instalação gratuita de aplicativos e softwares livres independente do sistema operacional utilizado. Caso deseje, o participante pode gratuitamente sair com seu computador com o Gnu/Linux instalado e configurado. As inscrições para palestrantes e instrutores destes minicursos se encerraram oficialmente dia 10 de Abril de 2010, mas o público ainda pode se inscrever no site do evento. A participação será totalmente gratuita e certificada.

Em 2009 a FLISOL obteve 3.333 visitantes, 137 palestras, 29 workshops, 180 instalações, além de centenas de softwares livres distribuídos e instalados e 1.391 CDs. As estatísticas anteriores não foram divulgadas, mas espera-se para 2010 números ainda maiores. Números que aliás colaboram para a tão comentada e necessária inclusão. Segundo Felipe Augusto "A inclusão digital é um processo que requer um acompanhamento de médio/longo prazo. O FLISOL pode ser uma oportunidade para catalisar este processo e ajudar as pessoas a estarem em contato com a comunidade de software e com os softwares propriamente ditos", finaliza

Serviço:


sábado, 19 de setembro de 2009

Imagem no GIMP

Para o trabalho da disciplina fiz esta imagem usando o GIMP, programa freeware parecido com o Photoshop, entretanto um pouco mais simples. Como não conheço bem o programa as ferramentas que usei foram escolhidas à base do teste. Primeiro eu abri o campo File> Create e em seguida, captura de tela. Desta forma, minha primeira imagem se tornou a minha tela do windows, e no caso, a página da UAB que estava aberta. Em seguida brinquei um pouco com os recursos, primeiro colocando a imagem em perspectiva (não muito acentuada) e depois usando diferentes pincéis e lápis para modificar o desenho. A idéia é que tudo que está fora do computador veio dele, como se fossem idéias e possibilidades estivessem saindo dele e envolvendo as meninas. Interessante que elas estão vendo o que sai do computador delas, mas a realidade é que elas também são uma imagem no meu computador... Dá pra pensar um pouco sobre o uqe é realidade de fato...

Clique na imagem para ampliá-la

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Minha versão para uma versão



Há pouco tempo postei a ilustração de Andy Warhol, onde ele usou a imagem da Marilyn Monroe para compor sua obra. Como tratamos extensivamente da questão do uso de imagens, da apropriação e dos plágios, vou colocar minha obra, ou será um plágio? Ou mera apropriação? hum...




Para fazer esta ilustração, utilizei um auto-retrato e depois o inseri no link: http://bighugelabs.com/flickr/warholizer.php

Este efeito pode ser conseguido para qualquer foto



Abaixo outras versões para meu desenho utilizando outro programa on-line, o loonapix
http://www.loonapix.com/effector






quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Resenha: Musica por computador: novas possibilidades de criação e profissionalização

O texto Musica por computador: novas possibilidades de criação e profissionalização, de Cíntia Campolina de Onofre, já começa fazendo uma comparação muito bem encaixada da temerosa questão sobre a possibilidade de a tecnologia vir a substituir o trabalhador em sua totalidade, o que, o texto também concorda não é verdade.

Cíntia compara o ato criativo de fazer música perante a tecnologia ao trabalhador comum que via no avanço tecnológico a morte prematura de sua força de trabalho, mas em ambos os casos, como a autora deixa claro, é necessário se adaptar, pois este avanço não significa o fim de todas as profissões, mas o nascimento de outras, como no trecho “Entretanto, se por alguns anos pensou-se que o computador substituiria a mão de obra nas profissões – o que hoje sabemos ser uma afirmação errônea – em música é oportuno lembrar que a nova tecnologia possibilita ao músico inúmeras opções para profissionalização, abrindo assim novos campos de trabalho.”

Logo em seguida, Cíntia aborda o início do uso dos computadores na música, abordando entre outras coisas o advento dos sintetizadores e a complexidade da música elaborada por computadores e a necessidade de o músico de hoje ter de obrigatoriamente dividir seu tempo com programas de computador, cada vez mais necessários para o desenvolvimento da música e sua potencialidade através dos recursos eletrônicos para produção, execução e criação com grande ênfase no sistema MIDI. Entretanto, a autora não aborda apenas passado e presente, pois a informática tem seu avanço rápido demais para se focar algo sem pensar no futuro próximo. Assim ela aborda também algumas das possibilidades futuras, como a criação de um novo sistema a partir do próprio MIDI, o XMIDI, que seria uma proposta voltada à romper as atuais limitações do padrão MIDI.

Uma característica bastante favorável ao artigo é sua sensibilidade artística, pois é muito comum ao tratar-se de avanços tecnológicos, abordar a questão de forma distante e fria, como se fosse necessário absorver a pretensa frieza da máquina para retratá-la ou abordá-la. A autora afirma “O que devemos deixar claro, é que não se pode pensar em música por computador se não existir o músico que opera e cria através dele”. Ela aborda ainda, a multimídia, o conceito de interface, que Pierre Lévy define como “um dispositivo que garante a comunicação entre dois sistemas informáticos distintos ou um sistema informático e uma rede de comunicação”, o trabalho nos estúdios, o padrão Wave e os novos formatos de se trabalhar com música sem perda de qualidade e os vários novos campos de atuação para o músico e as vantagens que a troca de arquivos pela internet oferecem aos músicos.

E finalmente, não poderia terminar sem citar a leve introdução da autora na questão dos direitos autorais, onde conclui que de acordo com “as pesquisas, os usuários não se intimidam com esse problema, ao contrário, é justamente pela não legalização que estão dispostos a criar e compilar as obras. Para esses o processo de criação é o mais importante”. Tudo isto, faz deste um artigo que interessa não apenas à músicos, mas também a artistas, tecnólogos e usuários comuns interessados no avanço tecnológico e nas novas possibilidades de uso e criação de música por computadores. O artigo traz ainda um pequeno glossário dos principais termos abordados.
Referência Bibliográfica:

Onofre, Cíntia Campolina, Musica por computador: novas possibilidades de criação e profissionalização.